sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Received book :: "2024: A History of the Future"

Hello! I'm here today to share with you my newest book, won on Goodreads: 2024: A History of the Future, gently sent by its author, Chris Oswald. The book looks very interesting, once it addresses the issue to the past and the future of Britain.
I guess I will have a challenging reading, since the book has 401 pages written in English, but I will read it as soon as I can so I can tell you what I think about it.


I must thank Chris Oswald for sending me this copy with a very special message on it! 🙂

Title: 2024: A History of the Future
Author: Chris Oswald
Publisher: Newmore Publishing
Year: 2017 (2nd edition)

Synopsis:
Something had to change.
Someone had to lead that change.
But was he up to the task?
George was an intellectual, a journalist, a writer: more theory than practice. Could he lead the country to a new beginning?
Someone had to stand up to the tyranny, the controlling force that had crept up to overtake their lives. Someone who could espouse the principles they all believed in.
But George had always been on the sidelines, involved but not committed. A product of the establishment but not a driving force.
Until now. Until he made the ultimate decision. A decision that would dramatically alter the fate of their country.
Britain was a sorry state; controlled, whittled down, oppressed and depressed.
Until now.
2024: A History of the Future is an engaging tale of the struggle to make change to a nation and to all those involved. Both historical novel and political thriller, it will take you into the future and back into the past, tying the two together in one story. One drama to fashion our future.
Through the Past.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Opinião :: Pede-me o que quiseres, agora e sempre | Megan Maxwell

Título: Pede-me o que quiseres, agora e sempre
Autora: Megan Maxwell
Editora: Planeta
Ano: 2014

Sinopse:
Após provocar o seu despedimento na empresa Müller, Judith está disposta a afastar-se para sempre de Eric Zimmerman, e decide refugiar-se na casa do pai em Jerez.
Angustiado pela partida de Judith, Eric segue-lhe o rasto. O desejo continua latente entre ambos e as fantasias sexuais estão mais vivas do que nunca, mas desta vez é Judith quem impõe as condições, que ele aceita em nome do amor que professa.
Tudo parece voltar à normalidade, até que um telefonema inesperado os obriga a interromper a reconciliação e deslocarem-se a Munique. Longe do seu ambiente, numa cidade hostil e com o aparecimento do sobrinho de Eric, um contratempo com o qual não contava, a jovem terá de decidir se lhe deve dar uma nova oportunidade ou, pelo contrário, começar um novo futuro sem ele.

Opinião:
Neste volume da saga Pede-me o que quiseres, ficamos a conhecer a nova vida de casal de Judith e de Eric, bem como a família deste último.
Este livro é semelhante ao primeiro no conteúdo erótico (forte e em constante descoberta) e na relação um pouco atribulada das personagens, com alguns altos e baixos. No entanto, gostei um pouco mais deste porque Judith descobre o lado mais íntimo e difícil da vida daquela família e, ao integrar-se nela, tenta ajudá-la a ultrapassar alguns fantasmas do passado.
Gostei particularmente do lado mais humano de Judith, no seu altruísmo para com as pessoas e também com os animais.
A linguagem utilizada no geral é igualmente informal e, nos momentos de sexo, um tanto mais brusca, mas não ofensiva.
O final deste livro deu a sensação de fim da história, mas este inclui um excerto do livro seguinte e continuo curiosa por saber como irá correr a vida deste empático casal.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Empréstimo :: "Pede-me o que quiseres ou deixa-me"

Neste dia feriado, deixo aqui o terceiro livro da série Pede-me o que quiseres, que tenho seguido nos últimos tempos e me tem deixado completamente rendida! Ontem, emprestaram-me o Pede-me o que quiseres ou deixa-me e, como já acabei de ler o segundo, irei já hoje começar a ler este!
Já agora, irei partilhar aqui a minha opinião acerca do segundo livro em breve.

Título: Pede-me o que quiseres ou deixa-me
Autora: Megan Maxwell
Editora: Editorial Planeta
Ano: 2014

Sinopse: 
Judith e Eric regressam da viagem de lua-de-mel depois de um casamento de sonho. Ele sente-se o homem mais feliz do universo e não imagina a vida sem ela: apesar disso, os ciúmes e o desejo veemente de a proteger assolam-no repetidamente.
Por seu lado, Judith está maravilhada com o seu Iceman e tenta ver sempre tudo pelo lado positivo, embora em mais de uma ocasião fique com o pescoço cheio de chupões…
Desfruta de Eric e dos jogos sexuais, excepto quando ele lhe sussurra que um dos seus maiores desejos é ter um filho com ela.
Pede-me o Que Quiseres ou Deixa-me é uma intensa e atrevida história de amor, recheada de atracção e erotismo, onde os protagonistas lutam por preservar a relação, apesar de o preço que terão de pagar ser demasiado alto.
Megan Maxwell conclui assim esta saga erótica repleta de emoções e paixão.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Opinião :: Marta | PJ Vulter

Título: Marta
Autor: PJ Vulter
Editora: Coolbooks
Ano: 2017

Sinopse:
Peixelim, verão de 1972. Todos se preparam para as festas da Vila e Teresa aguarda, ansiosa, o reencontro com os primos, Maria Alva e Rodrigo.
Teresa sempre viveu sob a sombra de Marta, a irmã que nunca conheceu, falecida 20 anos antes. Ao completar 16 anos, tudo piora. De repente, Marta parece ressuscitar para a atormentar ainda mais. Ela era uma assombração para toda a família, mas, inexplicavelmente, nunca se falava dela.
Toda a esperança de Teresa estava naquele alento que os primos lhe davam, nas festividades. Mas, nesse ano, nem eles conseguirão valer-lhe; Marta, e tudo o que ela significa - seja lá isso o que for -, está de regresso para atormentar a sua vida. 
Marta leva-nos aos últimos tempos do Estado Novo e ao clima de suspeição e opressão reinantes. Este belíssimo romance retrata um modo de vida que para a maioria dos jovens de hoje nunca existiu, mas é parte da nossa História recente… E é bom lá voltar, de vez em quando, para sabermos dar valor à liberdade que temos.

Opinião:
A sinopse deste livro deixou-me realmente interessada nesta história, mas, não sei bem porquê, senti que o mesmo não iria surpreender-me ou ser um livro excelente; talvez tenha sido por causa do número relativamente reduzido de páginas, tendo em conta o mistério envolvente. No entanto, desde o início quis conhecer a verdadeira história de Marta.
Em Marta, viajamos até aos anos 50 e 70 do século passado, décadas que viram nascer as irmãs Marta e Teresa, que nunca se conheceram mas que estiveram sempre ligadas. Teresa, agora com 16 anos, vive mais do que nunca assombrada pelo fantasma da irmã, bem como a família que a conheceu e presenciou o seu trágico fim. À custa desse acontecimento, Teresa está infeliz e teme que o seu futuro esteja condicionado, mas os seus primos são o seu grande apoio e farão de tudo para a ajudar. Mas, afinal, a grande questão que se coloca é: o que aconteceu a Marta? Por que razão morreu ela tragada por uma onda?
Durante toda a leitura tive essas questões sempre presentes e o certo é que nunca mais encontrava as respostas... Mas fui ficando a conhecer mais pormenores da família e de algumas personagens essenciais à trama, tendo sempre presente a falta de liberdade de expressão que se fez sentir na altura. De facto, este livro é um excelente retrato da ditadura salazarista e, por vezes, custou-me acreditar que aquelas situações se passaram há pouco mais de quarenta anos (em plena juventude dos meus pais!).
De volta à história, acho que ela foi relatada com pouco detalhe e desenvolvimento, bem como as personagens mereciam ser mais bem conhecidas. Apesar disso, gostei do enredo e das pessoas envolvidas, principalmente da Teresa e dos primos Maria Alva e Rodrigo, pois representam bem a geração da mudança que lutou pela liberdade do país.
Honestamente, já perto do final e ainda sem saber o que se passara com Marta, comecei a ficar desiludida com o livro. No entanto, o mistério permanente culminou com um final inesperado, completamente surpreendente: não esperava mesmo aquele desfecho. Por isso, este livro subiu na minha consideração.
Apesar de breve, aqui está um bom livro para os que gostam de mistérios e sempre sob a opressão do Estado Novo.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Empréstimo :: "Pede-me o que quiseres, agora e sempre"

Como prometido, a minha amiga emprestou-me o segundo livro da série Pede-me o que quiseres, por sorte no dia a seguir a ter terminado de ler o primeiro. Assim, a ressaca foi menor e pude retomar a leitura sem perder o fio à meada!

Título: Pede-me o que quiseres, agora e sempre
Autora: Megan Maxwell
Editora: Planeta
Ano: 2014

Sinopse:
Após provocar o seu despedimento na empresa Müller, Judith está disposta a afastar-se para sempre de Eric Zimmerman, e decide refugiar-se na casa do pai em Jerez.
Angustiado pela partida de Judith, Eric segue-lhe o rasto. O desejo continua latente entre ambos e as fantasias sexuais estão mais vivas do que nunca, mas desta vez é Judith quem impõe as condições, que ele aceita em nome do amor que professa.
Tudo parece voltar à normalidade, até que um telefonema inesperado os obriga a interromper a reconciliação e deslocarem-se a Munique. Longe do seu ambiente, numa cidade hostil e com o aparecimento do sobrinho de Eric, um contratempo com o qual não contava, a jovem terá de decidir se lhe deve dar uma nova oportunidade ou, pelo contrário, começar um novo futuro sem ele.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Música :: Junior Eurovision Song Contest 2017

Ontem, decorreu o Junior Eurovision Song Contest (JESC), em Tbilisi, capital da Geórgia.
Este certame teve início em 2003, em Copenhaga, e Portugal participou duas vezes: em 2006, com Pedro Madeira, e 2007, com Jorge Leiria. Com estas duas participações, nunca conseguimos um bom resultado, e acho que foi por isso que não voltámos a fazer parte... até este ano glorioso para nós!
Apesar de ser fã da Eurovisão, admito que não seguia o JESC, talvez por esta versão não ter tido grande impacto em Portugal. Lembro-me de ver o Pedro Madeira a cantar em Bucareste, mas por acaso não me lembro de ver o Jorge Leiria. Desde então, ouvia falar de vez em quando no concurso, mas sempre tive a ideia de que era um concurso de leste, pois a maioria dos países concorrentes são de lá. Porém, passados dez anos e depois da nossa vitória no ESC, regressámos e levámos Mariana Venâncio até Tbilisi para nos representar com Youtuber.


Admito: ao ouvir esta canção, fiquei super desiludida. Achei-a muito repetitiva, fraca de letra e deu a ideia de ter sido feita à pressão. Esperava muito melhor. Não assisti à escolha do intérprete nos Juniores de Portugal, mas quando soube que tinha sido a Mariana a escolhida, fiquei contente. A voz dela é muito boa e adequou-se à música.
Tempos depois, surgiu a versão de estúdio da canção e notei algumas alterações - para melhor! E comecei a gostar um pouco mais dela; a voz da Mariana é querida e tornou a música mais catchy.

E ontem foi o grande dia! Estava ansiosa por conhecer as outras canções. Fui vendo as actuações e pontuando cada uma delas, e cheguei à conclusão de que não houve nenhuma que tivesse adorado, mas houve algumas que gostei: da Malta (adorei a pinta do Gianluca!), da Bielorrússia (não esperava gostar tanto desta, mas surpreendi-me), da Geórgia (que voz incrível, a do miúdo!) e da Albânia (mesmo em albanês, a miúda conseguiu transmitir a mensagem).
Findadas as actuações, foi hora de votar. Este ano houve uma novidade: o público pôde votar online antes e após as performances, inclusivamente no próprio país. De início, pensei que poderia ser injusto para alguns (os países mais populosos poderiam ser mais beneficiados), mas como tínhamos de votar no mínimo em três países, não nos daria a oportunidade de votarmos apenas em nós... e ainda bem, senão iria correr muito mal!
Na hora de conhecer os votos, fui vendo Portugal a ficar para trás... Não era de admirar, por mais garra que a Mariana tivesse dado em palco, mas com aquela canção era difícil conseguir muito melhor... E digamos que a votação em Maio deixou-me mal habituada! 😆 Acabámos em 14.º lugar, tal como em 2006, mas com mais pontos: é o nosso melhor resultado!
Este ano, venceu a Rússia; para mim, foi uma vitória inesperada. Não foi das minhas canções preferidas, mas a voz da Polina era a mais poderosa: que vozeirão!


E assim terminou mais um JESC. Ao contrário do ESC, o país vencedor não tem de ser o anfitrião do ano seguinte. Por isso, o JESC de 2018 será em Minsk, na Bielorrússia. E Portugal já garantiu a sua participação!
Só desejo que se faça um Juniores de Portugal mais pomposo e que haja mais variedade musical. Talento aqui não falta e já vimos que podemos mesmo ganhar qualquer evento! 😉

sábado, 25 de novembro de 2017

Opinião :: Pede-me o que quiseres | Megan Maxwell

Título: Pede-me o que quiseres
Autora: Megan Maxwell
Editora: Editorial Planeta
Ano: 2013

Sinopse:
Após a morte do pai, o prestigiado empresário alemão Eric Zimmerman decide viajar até Espanha para supervisionar as filiais da empresa Müller. Nos escritórios centrais de Madrid conhece Judith, uma jovem inteligente e simpática, por quem se enamora de imediato.
Judith sucumbe à atracção que o alemão exerce sobre ela e aceita tomar parte nos seus jogos sexuais, repletos de fantasias e erotismo. Com ele aprenderá que todos temos dentro um voyeur, e que as pessoas se dividem em submissos e dominantes… Mas o tempo passa, a relação intensifica-se e Eric começa a temer que o seu segredo seja descoberto, algo que poderia ditar o princípio do fim de uma relação.

Opinião:
A minha curiosidade por esta história estava no máximo, pois não sabia ao certo o que iria encontrar. Aliás, sempre pensei que fosse algo do género de As Cinquenta Sombras de Grey, mas obviamente as histórias mostraram-se diferentes.
Neste livro conheci Judith, uma mulher jovem que trabalha para a empresa Müller e que, por acaso, conhece o seu chefe, Eric Zimmerman, de modo inusitado. Desde o início, a relação deles torna-se bastante colorida e, aos poucos, em descoberta, quer no plano afectivo, quer no sexual.
Gostei de conhecer as personagens, principalmente Judith pela sua veia espanhola e talvez por a narração ser feita por ela. Quanto a Eric, imaginei-o tal como Grey por causa da sua maneira de ser e do poder que detém; já em relação ao sexo, eles são muito diferentes, e isso foi um óptimo aspecto para não ser mais do mesmo.


Existem descrições pormenorizadas de sexo na maioria dos capítulos e, sinceramente, não contava com este mundo de Eric; creio que, para esta leitura, é necessário ter uma mentalidade aberta para compreender e aceitar novas formas de viver o sexo.
Além disso, fiquei rendida a este casal e ao amor entre eles; cheios de altos e baixos, fazem de tudo para se reconciliarem. Contudo, o final do livro foi uma bomba: não tinha pior altura para terminar! O auge da história deu-se aí e fiquei literalmente ansiosa por continuar a ler. Bem, não vejo a hora de arranjar o segundo livro!
Este livro vale muito a pena para todos os que gostam de bons romances eróticos e para quem gosta de descobrir mais maneiras de desfrutar o sexo.