segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Música :: 1.ª Semi-final do Festival da Canção 2018

Finalmente chegou a primeira semi-final do Festival da Canção de 2018! Depois da inesquecível vitória do Salvador no ano passado, o Festival deste ano foi aguardado com redobradas expectativas.
Na semana passada, eu já tinha ouvido 45 segundos de cada música desta semi-final e, para ser sincera, achei a maioria muito calma e a seguir a onda do Salvador; no entanto, gostei do que ouvi e marquei algumas como favoritas. Mesmo assim, era preciso ouvir as músicas completas para as poder julgar.

Esta foi uma das que menos me cativou quando ouvi o excerto mas que ao vivo me fez mudar de ideias. O estilo é moderno e a letra é fantástica! Se fosse escolhida para nos representar, eu não ficaria triste, mas preferiria outra.

 Se me tivessem mostrado apenas a música, diria que era o Jorge Palma a cantar... o estilo não engana; já a voz de Rui David engana um bocadinho! É mesmo parecida com a do Palma! E gostei da música, tal como gosto das músicas dele.

Mais uma que não me chamou quando ouvi o excerto mas que agora me surpreendeu. Adorei o timbre da voz de Beatriz Pessoa e da sua colocação no refrão, apesar de no fim já me cansar do repetitivo eu te amo. A música é feliz, fresca e bonita, mas certamente não seria a minha primeira escolha.

Até agora, foi a minha favorita! Não esperava gostar tanto da música de Fernando Tordo, pois não contava com este género tão forró do Brasil, muito menos na voz de Anabela, mas resultou e, por mim, seria uma boa opção para nos representar!

O excerto não me cativou; já esta actuação deixou-me curiosa quando Catarina Miranda entrou. Não esperava que viesse como uma boneca, mas gostei; seria algo diferente no palco eurovisivo. E a música também foi melhor do que o excerto me mostrou, mas... é preciso ouvir mais canções.

Esta foi a minha primeira desilusão, já que fiquei com algumas expectativas quando ouvi o excerto. Mas a actuação ficou aquém do que imaginava. E foi uma pena! Gosto do género e da música, mas a voz da intérprete percebeu-se mal, bem como a sua presença no palco não foi muito cativante.

Talvez o mais esperado da noite, não fosse ele convidado pelo Salvador. Sim, adorei a música, a letra, o ambiente em palco. Seria uma boa aposta na Eurovisão. Mas... não seria mais do mesmo? No ano passado ganhámos com uma canção linda e inovadora, mas quase de certeza que algo semelhante não iria ter a mesma aceitação. Mas nunca se sabe... O que interessa, isso sim, é que a canção é boa.

José Cid sendo José Cid! O estilo é o de sempre, e isso não é mau! Não fiquei lá muito expectante quando ouvi o excerto, mas a música foi um pouco diferente do que imaginava. Até gostei, mas não adorei.

Uma das que menos me chamou a atenção e que assim se manteve até agora. A música não é má, mas não gosto dela neste concurso.

Canção com alma fadista: expectável no Festival. Gostei muito da voz, mas a canção ainda não me convenceu.

Gostei dos sons quentes do Brasil e da letra referente às canções e artistas que já foram à Eurovisão, mas não gostei muito da voz e acho que não é uma boa aposta para nos representar.

A música fez jus ao título: foi um autêntico alvoroço! Não sei bem o que achei dela, talvez ainda precise de ouvir mais vezes, mas acho que não é boa ideia levá-la à Eurovisão.

Gostei muito desta canção, apesar de a voz da Maria Amaral não ter estado perfeita. Música muito bonita, mesmo.

E assim acabou o desfile de canções. Este ano, tive mais gosto em assistir ao Festival; não senti tanta pressão, talvez por termos cá a Eurovisão e a garantia da final. Mesmo assim, convém levarmos uma boa música!
Enquanto se votava, houve os clássicos medleys, mas desta vez homenagearam-se dois artistas festivaleiros (Carlos Paião e Dina) com várias canções dos seus repertórios.
Na hora das votações, não me espantei com algumas escolhas, principalmente com os 12 pontos do júri para Janeiro. No geral, fiquei agradada com os finalistas, mas uma canção ou outra dispensava. Como sempre...
Já hoje, a RTP divulgou que houve um erro na votação e consequente apuramento de um finalista. Assim, em vez de Eu Te Amo, passou Sem Medo. Gostei de ambas, mas preferia a excluída...
E Domingo haverá mais Festival da Canção!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Opinião :: Pede-me o que quiseres e eu dar-te-ei | Megan Maxwell

Título: Pede-me o que quiseres e eu dar-te-ei
Autora: Megan Maxwell
Editora: Editorial Planeta
Ano: 2016

Sinopse:
Apesar das discussões que as diferentes personalidades provocam, o empresário Eric Zimmerman e Judith Flores continuam tão apaixonados como no dia em que os seus olhares se cruzaram pela primeira vez. Juntos formaram uma linda família que adoram e pela qual são capazes de fazer qualquer coisa.
Flyn, o menino que Judith conheceu ao chegar a Munique, é agora um adolescente, e como acontece na maior parte dos jovens, a sua vida complica-se e afecta todos à sua volta.
O advogado Björn e a ex-tenente Mel continuam a bonita história de amor, junto da pincesa Sami. Sem dúvida que a convivência os beneficiou muito. Mas há algo que Björn não consegue de Mel: que se case com ele.
As relações entre os dois casais vão de vento em popa.
Amam-se, respeitam-se, nada parece fora do lugar, até que de súbito, pessoas e surpresas do passado irrompem nas suas vidas e põem tudo de pernas para o ar.
Serão capazes de superar esta reviravolta inesperada? Conseguirão com o amor que professam? Ou mudarão os sentimentos para sempre?
Se quer saber, não perca Pede-me o Que Quiseres e Eu Dar-te-ei, a esperada continuação da série mais erótica de Megan Maxwell.

Opinião:
Depois de uma trilogia que me fez apaixonar pelas suas personagens, nada melhor que um calhamaço de 727 páginas com a continuação das suas vidas.
Apesar de ter gostado do livro, admito que o início não foi assim tão emocionante; deu para me pôr a par das vidas de cada um e das mudanças que sofreram. Aos poucos, alguns problemas foram aparecendo e, a partir daí, houve mais desenvolvimento e emoção.
Gostei da abordagem da autora a temas actuais, como as complicações que por vezes existem na adolescência e os problemas que põem à prova as relações amorosas. Tal como as personagens, fui sofrendo com elas e envolvendo-me cada vez mais na história.
Se levei demasiado tempo a ler o início do livro, já do meio para o fim li com muito mais avidez; a história teve todo um crescendo de emoções e culminou num grande final.
Talvez a história seja um pouco clichê ou desfeche com o clássico final feliz, mas tendo em conta tudo o que antecedeu (mesmo nos outros livros), acho o romance simplesmente fascinante e memorável. Adorei!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Livro recebido :: "O Algoritmo do Poder"

Viva! O mais recente livro a juntar-se à minha biblioteca é O Algoritmo do Poder, de Pedro Barrento, um livro que nasceu no início deste ano. 🙂

Título: O Algoritmo do Poder
Autor: Pedro Barrento
Editora: Pedro Barrento
Ano: 2018

Sinopse:
Uma sociedade gerida por um sistema operativo…
Um mundo sem políticos…
A Alternativa Digital é um novo movimento que pretende revolucionar a política... livrando-se dos políticos.
Criado por um adolescente nerd, o jogo de estratégia Epochs, básico e cheio de bugs, evolui até se transformar em “A Rede”, o sistema operativo que há-de governar todo o planeta com uma eficiência brutal.
Repartindo-se entre os séculos 21 e 24, O Algoritmo do Poder é um novo tipo de distopia. Descreve um futuro que não é democrático e no qual o governo não necessita de recorrer a campos de concentração, tortura ou polícia secreta – porque ninguém nota sequer que existe um governo.
Bem-vindo ao reino do software!

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Glória, glória, Portugal fez história!


Mais uma vez no dia 10, mas de Fevereiro, a Selecção Portuguesa de Futsal sagrou-se, pela primeira vez, campeã europeia! 😄
Segui o jogo da final praticamente até ao fim, mas infelizmente perdi a última e a melhor parte, aquela em que o nosso capitão e melhor do mundo se lesionou, abandonou o jogo e, de alguma forma, passou uma onda de sorte para a equipa. Sim, Portugal teve mais sorte, porque o jogo foi muito renhido até aos últimos segundos, mas a falta cometida pela Espanha foi fatal para ela e Portugal conseguiu aproveitar essa oportunidade. Como eu gostava de ter visto em directo esse momento!
Só me apercebi de que tínhamos ganhado mais tarde, e as redes sociais já estavam atulhadas de comentários e partilhas... e portugueses orgulhosos a recordar todas as nossas recentes vitórias e que parecem não ter fim... e ainda bem! É bom sentir esta onda de optimismo.

Fomos campeões da Europa em futebol e em futsal em circunstâncias semelhantes (não é comum os capitães de cada selecção serem os melhores jogadores do mundo das duas modalidades, serem da mesma nacionalidade, lesionarem-se em pleno jogo da final e darem espaço para a equipa dar a volta e vencer); logo depois do futebol, fomos campeões europeus em hóquei em patins; no ano a seguir, ganhámos a Eurovisão no melhor dia do ano para tal (sou suspeita...) sempre a olhar para as coincidências, e já há quem diga que tudo isto é um presságio para outra vitória eurovisiva! Bem, isso já não acredito, mas acho que Portugal está numa boa maré e é de aproveitar!

Para já, há que celebrar esta vitória e sentir orgulho neste novo título! Parabéns, selecção! Parabéns, Portugal! 🏆

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Manias de leitora #4


Um dia destes, estava a ler um livro, por acaso em inglês, quando reparei numa pequena expressão (apenas duas palavras) que me fez recordar uma música. E o que aconteceu a seguir? A música não me saiu da cabeça e perdi o fio à meada da história! 😄
E foi por isso que decidi escrever este pequeno facto. Não se trata propriamente de uma mania, mas nunca vos aconteceu estar a ler qualquer texto e, de repente, aparece uma expressão, ou mesmo uma única palavra, que vos faz recordar uma música, um anúncio da televisão ou uma fala de alguém?

Na minha modesta opinião, acho que já aconteceu a todos...

Ora, quem nunca leu, ouviu ou disse a palavra mas, fez uma ligeira pausa e cantarolou não condeno essa paixão? 😀

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Livro recebido :: "Da Gaveta"

Olá! Desta vez, tenho para partilhar este novo livro: Da Gaveta, de Isabel Tallysha-Soares. Este livro tem uma sinopse intrigante, que me espicaçou a curiosidade...

Título: Da Gaveta
Autora: Isabel Tallysha-Soares
Editora: Coolbooks
Ano: 2017

Sinopse:
Onde os nomes não interessam, a geografia é um estado mental e a mãe vive numa gaveta, ela parte para parte incerta apenas para obedecer à voz que a chama sem que saiba para onde. Na bagagem leva a chave do gavetão que a aguarda quando o fim chegar. Conhece-o a ele, que talvez seja quem a chame desde sempre, num país de vivos que cultivam mortos. Desce às profundezas da terra procurando-se a si própria. Resgata-se e quando deixa de pensar na chave do gavetão e na gaveta onde a sua soberba mãe habita, descobre, por fim, quem a chama. Da Gaveta é um romance sobre procuras e encontros, uma viagem pessoal em busca da identidade própria e uma reflexão sobre dicotomias inultrapassáveis: passado e presente, Oriente e Ocidente, vida e morte. Quando as regras são quebradas e a liberdade é a meta suprema, não precisamos de nomes nem de pontos cardeais para chegarmos ao que interessa, a verdade de nós. E a verdade é tão fácil...

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Review :: 2024: A History of the Future | Chris Oswald

Title: 2024: A History of the Future
Author: Chris Oswald
Publisher: Newmore Publishing
Year: 2017 (2nd edition)

Synopsis:
Something had to change.
Someone had to lead that change.
But was he up to the task?
George was an intellectual, a journalist, a writer: more theory than practice. Could he lead the country to a new beginning?
Someone had to stand up to the tyranny, the controlling force that had crept up to overtake their lives. Someone who could espouse the principles they all believed in.
But George had always been on the sidelines, involved but not committed. A product of the establishment but not a driving force.
Until now. Until he made the ultimate decision. A decision that would dramatically alter the fate of their country.
Britain was a sorry state; controlled, whittled down, oppressed and depressed.
Until now.
2024: A History of the Future is an engaging tale of the struggle to make change to a nation and to all those involved. Both historical novel and political thriller, it will take you into the future and back into the past, tying the two together in one story. One drama to fashion our future.
Through the Past.


Review:
Unfortunately, I didn't enjoy the reading of this book as much as I thought I would. Its subject is really interesting and was very well written, but I took too many time reading the book and, somehow, it didn't get me.
Nevertheless, I enjoyed some aspects, mostly when it talked about History (the Second World War, in this case). I liked the link between the past and the present, which is very important for the History of the future.

We are a product of what came before us.

I also liked the fact that the book has a lot of inspiring quotes, such as the incitement for people to change something when it's needed. In this story, the country was struggling with political problems, and the power to solve them could be in everybody's hands. Of course that this advice fits in many issues of our lives... and that's even better. 🙂
To sum up, the book is good but didn't catch me. Maybe if I read it later, I could enjoy it a bit more.
I must thank once more the author for sending me a copy. I wish all the best for your career and your life!